Cruzeiro oscilante; expulsões no Galo mostram rigor de árbitros Fifa - por Luiz Henrique Freitas - 02/07/2023 - 18h58
Rafael Cabral, goleiro do Cruzeiro, tem boa atuação contra o Internacional
( foto flickr Cruzeiro )
Galo e Coelho fazem bom clássico pelo BrasileirãoGalo abre vantagem na primeiro etapa
Com um gramado todo remendado, soltando tufos de grama na movimentação dos jogadores, o Atlético enfrentou o América em uma tarde agradável de inverno em BH, com 22 graus nos termômetros.
O goleiro alvinegro Éverson mudou o visual. Careca e barbudo, ele pegou tudo que veio das cabeçadas adversárias em cobranças de escanteio. Lá na frente foi o Galo que abriu dois a zero. O segundo gol saiu depois de um passe errado da defesa verde. A bola foi parar nos pés do Hulk que não perdoou. Mesmo fazendo o gol, o capitão reclamou durante o jogo e tomou o cartão amarelo. O mesmo aconteceu com a nova estrela atleticana, o técnico Felipão, expulso ao final do primeiro período por reclamação. Depois da recomendação da Fifa não há moleza não. Reclamou? Aplica-se o cartão amarelo. Continuou reclamando? Emenda e vermelho.
Fãs paraguaios
Felipão foi assediado na semana passada quando o Galo se classificou para as oitavas de final da Libertadores no Paraguai. Muitos torcedores paraguaios o cercaram ao chegar ao país para tirar selfs e pedir autógrafos. E ele parece que gostou. Recuperou as energias e, aos 74 anos, fica de pé o tempo todo na beira do gramado orientando o time.
Coelho quase vira
No segundo tempo o América jogou melhor e não deu chance para o alvinegro. Empatou e poderia ter vencido. O placar de dois a dois marcou o melhor clássico do ano entre os times mineiros. Depois do apito final, Hulk reclamou e foi expulso. Pô capita? Fica frio aí, mantenha o controle para não prejudicar o seu time
Segundo semestre começa com empate azul no Sul
Viramos! O segundo semestre chegou. Que bom! Há três anos eu escrevi um texto, exatamente neste dia, dizendo que havia esperança para o segundo semestre de 2020. Naquele ano vivíamos o terror e o desespero da Covid e não havia luz no fim do túnel. As pessoas estavam morrendo aos milhares, sem tratamento e sem vacina. Centenas de cidades adotaram o lockdown, as pessoas ficaram isoladas em casa e o mundo foi obrigado a enfrentar uma pandemia global sem precedentes. Ao final daquele ano, uma inglesa tomou a primeira vacina contra a doença que se espalhou pelo planeta e matou quase sete milhões de pessoas. A partir dali a esperança foi voltando. Hoje, três anos depois, a vida vai se normalizando mas marcas da pandemia ainda não acabaram e devem durar por bons anos ainda.
Raposa oscilante
O Cruzeirão enfrentou o Internacional no frio do Rio Grande na noite de sábado. . O time azul trouxe na bagagem um retrospecto de cinco jogos sem vencer uma vitória estranha na última partida. Ganhou do São Paulo por um a zero, com um gol contra e sem ter chutado uma bola sequer ao gol adversário nos 90 minutos. Cabuloso, não?
Na rodada treze do Brasileiro, os mineiros comandaram o primeiro tempo e poderiam abrir dois, três a zero pra cima dos gaúchos. Faltou capricho nas finalizações. Na segunda etapa, o Cruzeiro teve um jogador expulso e o adversário equilibrou a peleja. A partida terminou empatada em zero a zero. Menos mal para o time azul que somou um pontinho.
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