Em busca do ouro⚜️ - por Luiz Henrique Freitas - 09/05/2025
( foto LHFreitas)
Em uma caminhada na praia da Barra, no Rio, por volta das dez da manhã, vi um rapaz dos seus vinte e poucos anos, com camisa de manga longa, desses tecidos leves, e uma bermuda. Descalço, de boné, ele corria para lá e para cá, enfiando a mão esquerda na areia para pegar alguma coisa quando a onda recuava. A mão direita ficava sempre fechada.
Inesperado
No dia seguinte, lá estava ele com a mesma performance. Resolvi parar e perguntar: “ Já pegou alguma coisa hoje?” Ele respondeu que não, e, para meu espanto, abriu a mão direita mostrando o que tinha conseguido pegar na areia durante a manhã.
Na palma da mão havia várias correntinhas douradas, prateadas, anéis, pingentes e brincos:“ Este é de latão, esse outro de prata, esse talvez banhado a ouro. Uma hora aparece algo mais valioso! Tem que tentar. Hoje fico até uma da tarde quando a maré sobe.” Desejei-lhe boa sorte e continuei meu caminho.
Corre do dia garantido
O rapaz me explicou também que só conseguia garimpar os objetos quando o 🌊 estava como hoje, deixando uma espécie de passeio urbano extenso na areia ou quando se formavam paredões e a água batia e recuava, lançando os tesouros aos olhos mais atentos.
Já um pouco atrás de mim, ele me chamou, batendo a mão no bolso, estufado, da bermuda: “Moedas tem muitas!”
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