Baladas divertidas e indigestas - por Luiz Henrique Freitas - 01/02/2022 - 23h


O craque Nacho Fernandéz procura a melhor forma após ter Covid
( foto flickr Atlético )

O jovem de 20 anos ou um pouco mais gosta de sair, de ir para a balada como eles dizem. Geralmente começa na quinta e vai até domingo. Em Belo Horizonte, onde já não há mais restrições, eles estão nos bares, boates, casas de show e também na casa de algum colega, em que os pais viajaram ou que mora sozinho. Com o jogador de futebol é a mesma coisa. Se não há jogos no fim de semana então, a balada é esticada. 


Vamos a um exemplo. O rapaz, ou um jogador, treina na quinta pela manhã ou dorme até duas da tarde. Depois do almoço pega a bola de futevôlei e vai para a praia ou quadra de areia praticar a prática do esporte da moda. E não é fácil não. Se deslocar na areia exige um alto esforço fiśico. Lá pelas dez da noite começa a bebedeira. Cervejada até uma ou duas da manhã porque ainda tem a sexta para encarar. No dia seguinte a rotina se repete mas a noite é mais radical. Além da cerveja entram a catuaba, o gin, a vodka, ou o wiskie e outras misturas. A volta para casa sobe para quatro, cinco da manhã ou eles esperam o dia amanhecer na casa de alguém. As garotas também seguem a mesma toada, às vezes até mais forte que os rapazes. 

Os “ Embalos de Sábado à Noite “ seguem no ritmo do filme de mesmo nome, lançado em 1978, com John Travolta, dançando tudo e um pouco mais, ao som da banda Bee Gees, que tornou as discotecas famosas em todo o Ocidente. É fácil achar no Youtube clipes do ator em performance. A noitada acaba com o sol na cara e o domingo serve para descansar e tentar se recuperar. Como tudo não é só bom, muitos jovens aparecem com dores de garganta, febre, dores no corpo e outros sintomas que o organismo apresenta para dizer: “ Pô mano, eu estou aqui! Me dá um tempo agora para eu me recuperar. “ O corpo fala. Os médicos dizem isso e é a pura verdade. Nestes tempos atuais, ainda tem que se preocupar com o novo coronavírus. Quando os sintomas aparecem, é pior. Há boas chances de dar positivo. O doente sofre e a família nem se fala. É tensão por toda casa. Agonia à espera do resultado. Mais chato é ter que fazer o isolamento dentro da própria residência. Nem vou falar dos casos mais graves para não piorar o quadro. 

Muitos jovens e jogadores passam por isso. Nacho Fernandéz teve Covid no ano passado e até hoje não voltou a jogar nem. É assim também com diversos atletas e jovens por todo o mundo. Ninguém quer que eles parem de sair, de badalar, de dançar ou de fazer coisas legais, que trazem curtição e prazer. Não é isso. A juventude é um período intenso e tem que ser vivida assim. Mas um pouco de amor pŕóprio ajuda a reduzir tensões e momentos tensos e desagradáveis.

Vamos ver quando o Nacho vai recuperar sua capacidade máxima de jogo. Nesta quarta, quando o Galo enfrenta o Uberlândia, ele nem foi relacionado. 

( Leia e compartilhe com seus amigos e amigas. Divirta-se, com máscara e evite lugares cheios.)

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