Galo e máscara da Covid caem em dia histórico no Rio - por Luiz Henrique Freitas - 31/10/2021 - 09h07 -
Maracanã fica lotado para ver "final" do Brasileirão
( foto flickr Flamengo )
A derrota para o Flamengo nesse sábado à noitinha, no Maracanã cheio, já que a prefeitura do Rio de Janeiro liberou carga máxima de ingressos e foi a primeira grande capital brasileira a abolir o uso de máscaras em locais abertos, não foi um desastre para o Galo. Os cariocas acharam um gol na primeira etapa e se retraíram, respeitando e muito o poder do adversário alvinegro. Os números da partida mostraram isso. O Atlético teve 63% de posse de bola contra 37%, chutou 16 vezes na direção do gol contra 8 dos cariocas e teve 7 escanteios a favor contra 2. Há muito não se via o Fla acusado assim dentro de casa.
O jogo era simbólico e representava uma “final” de campeonato. Foi feio e com poucas chances de cada lado O técnico Cuca deixou o time estranho ao trocar vários jogadores no segundo tempo para tentar o empate. Uma das mudanças chamou a atenção. Ele tirou o maestro Nacho Fernández e o Galo perdeu força no meio de campo, facilitando para os cariocas. O incrível Hulk não teve inspiração assim como quase todo o time. Acontece. Nem todo dia as coisas andam nos trilhos.
O Atlético segue líder absoluto com dez pontos pontos à frente dos adversários. Se vencesse ontem, alguns torcedores soltariam o grito de campeão. Não é hora. Tem que guardar para o momento certo. As respostas para chegar ao título têm que vir rapidamente. O melhor jeito é vencer os três jogos seguintes dentro de casa: Grêmio, América e Corinthians. Como Cuca falou após a derrota, “ O luto dura um dia .” Amanhã o clima será outro e a torcida vai junto.
( Crônica de livre compartilhamento )
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