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Mostrando postagens de outubro, 2023

O primeiro clássico ninguém esquece - por Luiz Henrique Freitas - 22/10/2023 - 19h12

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 Cruzeiro não se intimida e escreve marca na casa nova do Galo  ( foto flickr Cruzeiro )  Os 6 a 1 sempre na memória Não tem como não lembrar dos seis a um, a maior goleada que o Cruzeiro aplicou no Atlético, naquele quatro de dezembro de 2011, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Aquele jogo salvou o Cruzeiro do rebaixamento, já que uma derrota levaria o Cabuloso à segunda divisão. Logo depois a CBF mudou a fórmula do Brasileirão e não repetiu clássicos regionais, na última rodada, para evitar tragédias futebolísticas que marcam a história dos clubes. Há uma versão para esta partida emblemática ( eu gosto desta palavra ) de duas testemunhas “oculares” do fato. Eu narro o que elas disseram no livro “ O Futebol  Mineiro - 2019/2020  “. Vale conferir. Estreia azul na Arena  No jogo deste domingo,  o primeiro na nova casa do Galo, há uma situação semelhante. Ainda não é a partida decisiva para o Cruzeiro, mas se perder o time pode entrar no Z4 faltando ape...

Yara, a Arena e o ano dos times mineiros - por Luiz Henrique Freitas - 09/10/2023 - 20h40

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 O primeiro dia da atleticana Yara Ávila na Arena MRV ( foto arquivo pessoal ) A psicóloga e atleticana de coração, Yara Ávila, foi conhecer a nova Arena do Galo, nesse domingo. O rival foi o lanterna Coritiba. Claro, como toda a torcida alvinegra, esperava uma goleada, mas acabou testemunha da primeira derrota do Atlético na casa nova. E foi de virada. Pelo menos a Yara viu o primeiro gol do Hulk, que ficou apagado depois que o Coxa Branca venceu por dois a um. Desabafo Como muitos atleticanos, ela escreveu em uma rede social: “ Eu não entendo nada de futebol, mas nasci palpiteira. Foi minha primeira vez na Arena. O som do alto-falante é bom mas quando emudece e a torcida não está cantando, fica um silêncio ruim. É neste momento que os organizadores deveriam aumentar a música para animar a galera. Tem acréscimo, o placar congela em 45' e a gente nem sabe o que tá rolando. Juiz e bandeirinha tendenciosos. Galo de salto alto, morto e lento.” Yara também lembrou dos milhares de torc...

Sezinha, o gaiteiro - por Luiz Henrique Freitas 05/10/2023 - 10h02

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  ( foto Sezinha -  arquivo pessoal ) Ele sempre será lembrado como o cara que tocava gaita. Tinha várias e era autodidata. Sempre que o encontrava, o instrumento estava no bolso. De repente estava na boca e rolava um som. Quem estava por perto sempre queria mais. Uma das primeiras vezes que vi o Sezinha, ele estava sentado em alguma coisa com seu chapéu Panamá, outro amigo inseparável, enrolando um cigarro na palha. Fumava de tudo, assim como quase todos os jovens naqueles anos malucos de 1980. Me chamou a atenção seu cabelo comprido, castanho, liso até os ombros.   Nesta primeira cena em que o vi, ele me olhou suavemente e continuou a enrolar o cigarro, uma das coisas que levou por toda a vida. Não disse uma palavra e nem eu. Recentemente me falou que eu tinha dois anos a mais que ele e que tinha respeito pelos mais velhos rs.  Um cara legal Naquele tempo Sezinha era garçom em um bar de um colega da Turma da Tupis no bairro Funcionários, região centro-sul da c...